quinta-feira, 22 de março de 2018

JOANA D’ARC

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JOANA D’ARC

A França e a Inglaterra foram protagonistas do mais longo conflito da  história: A Guerra dos Cem anos. De 1353 a 1453, os dois países se digladiaram pela conquista de terras. Quando Henrique V, rei da Inglaterra, morreu, metade da França pertencia a coroa inglesa.
Foi nessa época que surgiu Joana D’arc, jovem filha de camponeses. Profundamente religiosa, Joana, segundo suas próprias declarações, ouvia vozes e tinha visões que interpretou como uma ordem divina: seu destino era lutar pela libertação da França.
Assim, partiu de sua aldeia (Domrémy) com a firme intenção de falar com o rei Carlos VII que, devido ao conflito, ainda não tinha sido coroado. Em fevereiro d 1429, chegou a Chinon, onde reconheceu o rei entre as diversas pessoas reunidas na Corte e anunciou-lhe sua missão: “libertar a França e coroá-lo herdeiro do reino da França.

UM EXÉRCITO E UMA ESPADA

Após minucioso exame da questão por parte das autoridades da Igreja, e depois de suportar com serenidade as chicotas dos militares que riam de suas visões, Joana conseguiu o que queria: um exercito e uma espada. Montada num cavalo branco, vestida com uma armadura branca e empunhando uma espada da mesma cor – que simbolizava sua pureza – partiu à frente de seus homens em direção à cidade de Orleans, cercada pelos ingleses.



 No dia 8 de maio, os inimigos levantaram o cerco, abrindo caminho para que O rei Carlos VII pudesse finalmente ser coroado em Reims, onde foi sagrado em 1417. Estava assim cumprida uma parte de sua nobre missão, mas outras vitórias vieram.
Seus comandos a seguiam com quem segue um chefe enviado por Deus. Seus triunfos deram um novo alento à França e aos franceses.

SANTA JOANA

Porém, no dia 23 de maio de 1430, após mais uma batalha, Joana foi perseguida pelo inimigo e aprisionada num castelo por traidores franceses, que a venderam ao exército inglês. Quase um ano depois, em Ruen, foi julgada como bruxa e herege por um bispo francês, partidário dos ingleses. A nação que ela ajudara a libertar agora se cobria de vergonha diante de tal traição.
Condenada à fogueira, Joana foi queimada viva em praça publica no dia 30 de maio de 1431. 


Mas sua morte, ao contrário do que imaginavam os ingleses, não esmoreceu os franceses: quando a guerra dos cem Anos terminou, a França havia conquistado de volta todos os seus territórios tomados pelo inimigo.

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